O método Pilates não envolve apenas exercícios ou movimentos
quinta-feira, 7 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
A IMPORTÂNCIA DE NÃO PRATICAR SOZINHO
Pedir ajuda, orientação, dicas… essa deve ser a rotina de alguém que quer praticar Pilates ou qualquer outro exercício. Economizar não deveria ser uma opção quando se trata da própria saúde. Nós da Revista Pilates adoramos saber que nossas dicas de exercícios são bem aproveitadas pelos leitores, e gostamos ainda mais de saber que as execuções foram orientadas por um profissional qualificado.
Variando nos exercícios, aprendendo e evoluindo. Assim queremos ver nossos lindos pilateiros e pilateiras. O método de Joseph é muito benéfico, de diversas formas. Mas quando praticado sem orientação pode causar lesões, sim. Queremos alertar que não se deve praticar sozinho em hipótese alguma, e que mesmo um profissional da área, quando pratica, precisa da orientação de outro Fisioterapeuta ou Educador Físico.
Os exercícios, quando bem executados, definem e relaxam o corpo, acabam com as dores, previnem doenças, ajudam a manter a cabeça no lugar e muito mais. Cabe a cada um a responsabilidade de saber o que é bom para si mesmo, e cabe a um instrutor saber instruir. Queremos reforçar essa consciência de que primeiro se deve priorizar a saúde, antes de encarar novos desafios nas aulas.
Desejamos que a evolução de todos os pilateiros seja de aprendizado e de conexão consigo mesmos, que o método possa proporcionar muita satisfação e felicidade. Sempre que quiserem tentar algo novo, pilateiro e instrutor, conversem e vejam se essa é realmente uma opção de exercício saudável, não façam apenas porque está na moda.
Faça um Pilates consciente e bons resultados virão!
FONTE: http://revistapilates.com.br/2015/05/01/a-importancia-de-nao-praticar-sozinho/
segunda-feira, 13 de abril de 2015
PILATES E PATOLOGIAS DAS ARTICULAÇÕES
No Pilates as molas tem como objetivo dar mais resistência ou auxílio na execução dos exercícios, além de fornecer estabilidade articular, resistência, potência muscular e equilíbrio.
Existem diversas molas de diferentes tamanhos e intensidades. O legal é que os exercícios que utilizam molas ajudam a evitar lesões pelo fato de causar baixo impacto.
O Pilates com molas ajuda na prevenção de patologia das articulações, dando maior estabilidade quando elas estão enfraquecidas por conta de algum problema de saúde, sedentarismo ou até mesmo traumas. O fortalecimento muscular e a articulação estável podem ser obtidos com diversos exercícios do Pilates. A mola se ajustará de acordo com o peso que você consegue suportar, de um modo que você não se sinta incomodado e nem sinta dor.
O Pilates vem cada vez mais ajudando na prevenção e na recuperação de muitas pessoas, pois o método trabalha toda a musculatura abdominal, lombar e pélvica. É também bastante eficaz contra as dores crônicas e contra lesões nos tornozelos ejoelhos, já que corrige desequilíbrios musculares.
Os exercícios de baixo impacto no Pilates ajudam a fortalecer todo o corpo e melhoram a sustenção da coluna. Quer saber de mais benefícios? Vai pilatear!
Danielle Costa
Fisioterapeuta Crefito -3 /118607
www.alpherat.com.br
Fisioterapeuta Crefito -3 /118607
www.alpherat.com.br
sexta-feira, 27 de março de 2015
PILATES X ESTRESSE
A vida constantemente nos apresenta mudanças e desafios que promovem o nosso crescimento pessoal, profissional e espiritual. Cada indivíduo responde e se adapta de maneira particular a essas situações, porém, quando perde a capacidade de criar, se adaptar, responder e agir começa a experimentar o estresse.
O estresse é o estado de alerta em que o organismo entra ao se deparar com algo que requeira mais esforço ou concentração.
O estresse constante provoca um aumento acima do normal da produção do cortisol. Este hormônio é chamado hormônio do ESTRESSE. Ele deve ser produzido de forma dosada, para que estabeleça um funcionamento adequado do nosso organismo. Quando estes níveis estão desregulados, pode levar a depressão.
O mecanismo funciona assim: no início do estresse, a adrenal aumenta a produção de cortisol, mas com a permanência do estímulo a própria glândula se dessensibiliza e a produção de cortisol desequilibra. O corpo percebe isso como se não pudesse mais descansar. Para ele, é como se não houvesse mais diferença entre dia e noite e o estado de alerta fosse constante. Com a persistência do quadro, surgem os problemas mais graves: insônia, depressão, obesidade, fibromialgia, fadiga crônica, aumento do risco de enfartes, AVC, trombose e uma considerável baixa de imunidade.
Para diminuir o nível de estresse e melhorar a saúde física e emocional é necessária uma mudança.
Para quem busca qualidade de vida sabe que uma das primeiras coisas que se tem a fazer é afastar o sedentarismo da rotina. É aí que muitas pessoas começam a se sentirem obrigadas por não gostarem de academias, ou por não terem muito tempo para se exercitar.
A boa notícia é que é possível cuidar do corpo (e mente) reservando apenas uma hora do dia, de duas a três vezes por semana. Essa é a frequência exigida, por exemplo, para a prática do Pilates, atividade que promove o trabalho das capacidades físicas como: equilíbrio, força, resistência e coordenação, além de melhorar a postura e relaxar o corpo de forma global.
As aulas de Pilates são realizadas de maneira consciente e completa. Sabe-se que a respiração lenta e profunda reduz significativamente os níveis de cortisol no sangue ao longo do tempo. Como vimos, o nível de cortisol elevado é responsável pelos estados negativos, como a depressão, por exemplo. Já níveis baixos de cortisol estão relacionados à sensação de bem estar.
Por esse motivo, terminamos uma aula de Pilates sentindo o corpo trabalhado, energizado e com uma grande sensação de bem-estar.
Outro componente para a redução do estresse é a concentração, que garante a execução dos movimentos conscientes e corretos. Ao concentrar-se em sim mesmo, no próprio corpo, elimina-se a tendência de distração durante as aulas. Aprender a mover-se sem tensão, usando apenas os músculos necessários para a realização de um determinado movimento. O relaxamento consciente e seletivo proporciona maior economia de movimentos, facilita a fluidez, o controle e a precisão de movimentos.
A melhor notícia é que exercitar-se desta forma traz benefícios à saúde do corpo e da mente, não apenas durante a aula de Pilates, mas em longo prazo também. Esse auto aprendizado é levado para todas as situações cotidianas, nos ajudando a reconhecer os estados físicos e mentais e, consequentemente, nos dando condições físicas e emocionais de agir de forma mais saudável em todas as áreas da nossa vida.
Aquietar a mente, desenvolver equilibradamente o corpo, reconhecendo o próprio limite, nos aproxima de nós mesmos. Era isso que Joseph Pilates almejava com seu método: a saúde integral.
Qualquer pessoa pode fazer Pilates. O método respeita o condicionamento físico de cada aluno, podendo se adaptar a iniciantes, intermediários e avançados.
Experimente você também!
Aline Vieira da Rocha Guimarães
Fisioterapeuta – CREFITO 10063-F
Fisioterapeuta – CREFITO 10063-F
FONTE: http://revistapilates.com.br/2015/03/25/pilates-x-estresse/
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Ioga protege contra doenças no coração, diz estudo
Revisão de pesquisas envolvendo 3 mil pessoas concluiu que benefícios são significativos sobretudo para quem não faz outro tipo de exercício
Fazer ioga pode ser uma boa maneira de se proteger contra doenças cardíacas, especialmente para quem não pode fazer exercícios pesados, de acordo com uma pesquisa feita na Holanda.
Segundo uma revisão de 37 estudos envolvendo cerca de 3 mil pessoas, a ioga foi associada a uma redução de fatores de risco cardíaco, como pressão arterial elevada e colesterol.
Mas a prática não conta para as recomendações de atividade física semanal.
Estudo aponta benefícios do ioga
A ioga é uma antiga forma de exercício que aplica força, flexibilidade e respiração com o objetivo de aumentar o bem-estar físico e mental.
Há vários tipos diferentes de ioga - tântrica, Hatha e Ashtanga, por exemplo-, mas a maioria não exige força suficiente para contar para os 150 minutos de intensidade moderada de atividade aeróbica que as autoridades recomendam para proteger coração e pulmões.
A ioga tampouco conta como um exercício de fortalecimento muscular - algo que as mesmas diretrizes recomendam em dois ou mais dias por semana, todas as semanas.
Calmante
Porém, em comparação com nenhum exercício, a ioga demonstrou benefícios significativos: está relacionada a um risco menor de obesidade, pressão alta e colesterol elevado, segundo o European Journal of Preventive Cardiology.
Comparada a outros tipos de exercícios, como caminhada rápida ou corrida, a ioga teve resultados semelhantes - nem melhores, nem piores - com base nas mesmas medidas de risco cardíaco.
"Estes resultados indicam que a ioga é potencialmente muito útil", disse Myriam Hunink, da Erasmus University Medical Center, em Rotterdam, que investigou o possível efeito da ioga sobre a saúde do coração.
A revisão não explicou o mecanismo pelo qual a ioga pode ser benéfica, mas especialistas dizem que uma explicação pode ser o seu efeito calmante. O estresse tem sido associado a doenças cardíacas e pressão arterial elevada.
"Os benefícios podem ser decorrentes de trabalhar os músculos e respiração, o que pode trazer mais oxigênio para o corpo, levando a uma menor pressão arterial", disse Maureen Talbot, enfermeira cardíaca sênior da Fundação britânica do coração.
Ela disse que os benefícios da ioga sobre a saúde emocional já são reconhecidos, mas pediu mais estudos para avaliar os efeitos da pratica de forma mais ampla.
FONTE: http://saude.ig.com.br/2014-12-16/ioga-protege-contra-doencas-no-coracao-diz-estudo.html
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Vantagens das meias de compressão
Quais as vantagens das meias de compressão em atletas de longa distância?
NNos últimos anos temos assistido cada vez a um maior número de atletas que utilizam meias de compressão. úmero de atletas que utilizam meias de compressão. À primeira vista pode parecer-nos que não é mais do que uma nova “moda” utilizada por muitos corredores de longa distância. Desta forma pareceu-me pertinente verificar qual o efeito das mesmas .
Quais a fundamentação para o uso das meias de compressão?
Existem várias teorias para fundamentar o uso das meias compressivas. A primeira teoria baseia no retorno venoso, ou seja, o uso das meias compressivas melhoram o retorno venoso, uma vez que o sangue tem tendência a acumular-se ao nível das pernas, tanto em repouso, como em exercício. Desta forma o uso das meias compressivas através da compressão, ao nível dos gémeos vão aumentar o aporte de oxigénio aos músculos, facilitando desta forma o retorno venoso e a consequente remoção de metabolitos recorrentes da atividade física (Ex: ácido láctico). Assim sendo a homeostase muscular será mais eficiente, melhorando a capacidade de resistência do atleta.
A segunda teoria é menos conhecida entre os atletas, no entanto não menos importante é a vibração muscular. Quando um atleta se encontra a correr, existem inúmeras forças de impacto a que os músculos e tendões do membro inferior são sujeitos, principalmente quando falamos em superfícies mais irregulares ou rígidas. Pensa-se que esta vibração pode ser uma das causas de dor muscular tardia que os atletas referem. Desta forma as meias de compressão muscular vão permitir uma maior estabilidade muscular e por conseguinte uma menor vibração muscular e maior propriocepção.
O que a Evidência Cientifica diz?
Depois de analisarmos quais as teorias acerca do uso das meias de compressão, vamos fazer uma análise dos vários estudos que fundamentam a sua utilização.
Ali et al. (2007) verificaram que não ocorrem alterações nos parâmetros fisiológicos durante ou depois de uma corrida de 10 km. No entanto, encontraram melhorias ao nível da dor muscular, apontando como possível justificação a teoria da vibração muscular.
Contrastando com estes resultados, Kremmier et al. (2009) encontraram um melhor desempenho e um melhor limiar de lactato quando utilizavam meias de compressão durante a execução da corrida. De modo semelhante, dois outros estudos verificaram um melhor desempenho e economia de corrida durante corrida de 5 Km (Chatard et al., 1998 & Bringard et al., 2006).
Byrne et al. (2001) verificou que parecia haver uma quantidade de compressão ideal, a compressão graduada seria melhor, ou seja, mais compressão na parte inferior perto do tornozelo e menos à medida que esta avança em direcção do joelho. A evidência refere que em repouso, a compressão ideal será de 20 + / - 5mmHg, mas durante o exercício o nível de compressão exata necessária é desconhecida. Além disso, é provável que exista um componente individual com o nível de compressão necessária.
Resumo das vantagens das meias de compressão:
· Aumentar o aporte de oxigénio nos músculos;
· Melhorar o retorno venoso;
· Acelerar o processo de remoção do ácido láctico nos músculos;
· Reduzir a vibração muscular nos gémeos, promovendo um maior equilíbrio e propriocpeção e por conseguinte uma menor fadiga muscular;
· Manter a temperatura do corpo (principalmente nas pernas);
· Reduzir o risco de lesões.
Como conclusão parece-me que o uso das meias de compressão são um dos investimentos a ter em consideração para quem realize corrida de longas distâncias (trail, triatlo, estrada, etc…). Chamo apenas à atenção que as meias de compressão não devem ser adquiridas pelo tamanho do pé, mas sim ajustadas pelo grau de compressão ideal e perimetria da perna.
Luis Nascimento
Fisioterapia/Osteopatia
Fisioterapeuta, Licenciado pela Escola Superior de Saúde de Alcoitão. Osteopata, Formado pela Escuela de Osteopatia de Madrid. Mestrando em Ciências de Fisioterapia pela Faculdade de Motricidade Humana. Professor do Instituto Politécnico de Leiria.
Fonte:http://www.sportlife.com.pt/index.php/fisioterapia/item/1133-vantagens-das-meias-de-compress%C3%A3o
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
"Cerveja e vinho de forma moderada não causam danos", diz cardiologista
O fato de se falar de cerveja e esportes não causa mais nenhuma surpresa. A volumosa publicidade e a sua liberação para consumo em todas as arenas da Copa do Mundo, foi no mínimo, polêmica e com idas e vindas de vários políticos até que aprovaram uma Lei específica liberatória. Os argumentos contra, previram problemas de toda ordem como consequência aos abusos alcoólicos, mas nada ocorreu.
Três meses depois ninguém mais se lembra dessa disputa entre liberar e não liberar o consumo de cerveja nos campos de futebol. Recentemente aconteceu o Mundial de Basquete na Espanha e por acaso caminhando nas ruas de Barcelona nos deparamos com enormes “outdoors” mostrando ídolos nacionais de basquete com uma cerveja espanhola, que era a única patrocinadora da forte equipe daquele país.
Em setembro, tivemos em Bruxelas o 7º Simpósio Europeu Cerveja e Saúde, com vários professores de medicina do Velho Continente. O temático deixou claro o foco principal: novos aspectos dos efeitos na saúde do consumo moderado de cerveja. Foi lembrado que consumo moderado está definido em 700 ml/dia de cerveja para homens e a metade para mulheres. Sempre deixando claro que existem situações que se proíbe o consumo: gestantes e crianças, diabéticose hipertensos não controlados.
Uma conferência interessante foi sobre hábitos de vida e a famosa barriga, 16 pesquisas internacionais feitas na Europa (Espanha, França, Dinamarca, Finlândia e Reino Unido), concluiu que preferencias entre as várias bebidas (cerveja, vinho e destilados) foram exclusivamente culturais e que a barriga dependeu unicamente de hábitos alimentaresNÃO SAUDÁVEIS e sem relação alguma com a cerveja.
Está ocorrendo um gradativo aumento de consumo de cerveja sem álcool, em países europeus, primeiro pela melhora do sabor delas como também para evitar problemas relacionados ao ato de dirigir carros e outros meios de locomoção (bicicletas, barcos etc)
Evidente que beber cerveja ou vinho ou destilados não se deve confundir com medicação preventiva, mas alimentação saudável e consumo moderado de bebidas alcoólicas como cerveja ou vinho não causou danos à saúde. O alcoolismo, o tabagismo, os erros e exageros alimentares, o sedentarismo foram os principais fatores de risco para doenças cardiovascularesencontrados nessas pesquisas.
FONTE: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2014/10/cerveja-e-vinho-de-forma-moderada-nao-causam-danos-diz-cardiologista.html
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